quarta-feira, 30 de maio de 2012

Judocas na Marcha Contra o Abuso e a Exploração Sexual Infantil.


No Brasil, há 11 anos, considera o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, um símbolo da luta contra este tipo de violência. A data foi escolhida por conta de um crime ocorrido em 18 de maio de 1973, quando Aracelli Cabrera, de nove anos, foi brutalmente molestada e assassinada em Vitória-ES. “A data, criada pela Lei 9970/2000, tem o objetivo de mobilizar e convocar a sociedade brasileira a se engajar no enfrentamento à violência sexual de crianças e adolescentes, bem como na defesa dos seus direitos.” Em São Sebastião-DF uma passeata marcou a campanha contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Estudantes, servidores públicos da área social, ONGs, Corpo de Bombeiros e policiais militares desfilaram com faixas e cartazes que pediam mais segurança e a valorização dos direitos dos jovens.
A passeata seguiu pela principal Rua de São Sebastião-DF, saindo do Campo central em direção a Administração Regional da Cidade. Segundo a assistente social Gilzane Pereira, o protesto é muito importante. "a intenção é sensibilizar mobilizar as pessoas a verem e entenderem que as crianças merecem carinho e uma atenção especial", disse.
Para o pequeno judoca Luciano Lucas de apenas 11 anos: ”Esta passeata é muito importante, aprendi no Projeto Judô com Tranquillini, que devemos denunciar nos telefones 100 ou 181 ou no Conselho Tutelar, Polícia Militar ou Delegacias especializadas”.
 
Centenas de estudantes de escolas públicas e ONGs participaram da passeata contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Depois da passeata, os estudantes se reuniram em frete a Administração Regional de São Sebastião, onde cantaram o hino nacional e depois puderam se divertir em parquinho montado no estacionamento, onde sorvetes, picolés e doces foram distribuídos de graça para todos. O Projeto Judô com Tranquillini participou do evento, levando duzentos alunos todos vestidos de kimonos e usando máscaras da campanha, escrito: “quebre o silêncio”. Pois o Objetivo da passeata foi conscientizar sobre a importância de denunciar este crime, considerado por muitos especialistas como silencioso e invisível, pois acontece na maioria das vezes dentro do próprio lar. 

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